Citações

A Ana fala... Ela fala mesmo! Reunimos aqui frases da Ana Carolina que marcaram seus dez anos de carreira.

"Perdi a ingenuidade, ganhei mais amigos, lutei, trabalhei bastante e só posso dizer que valeu a pena."
(Ana Carolina em entrevista ao jornal tribuna da Bahia sobre os seus 10 anos de carreira – dezembro 2009)
"Não gosto de ser chamada de celebridade. Essa palavra não me interessa, sou música!"
(AC em entrevista ao JB Online - janeiro 2010)
"Não faço música somente inspirada nas coisas que me acontecem. Sobre a privacidade e o assédio da mídia, às vezes dá vontade de matar, e às vezes chega a me dar uma alegria, é engraçado o misto dessas sensações. Mas ser uma cantora não pode ser um impedimento para levar uma vida normal."
(Ana Carolina em entrevista ao jornal tribuna da Bahia – dezembro 2009)
"Eu tenho a perfeita noção de que as glórias são transitórias. A estabilidade é = carreira = trabalho árduo."
(AC em entrevista ao JB Online - janeiro 2010)
"Sou completamente racional em certas coisas, mas em algum momento viro a moeda e fico completamente passional. Definitivamente, não tenho muito equilíbrio."
(AC em entrevista à Patrícia Palumbo para o livro "Vozes do Brasil – Vol 2"- setembro 2007)
"Não sei quantas vezes a música tocava por dia.
Às vezes eu ligava o rádio e trocava de emissora porque não aguentava mais me ouvir."
(AC falando ao Zero Hora sobre a música "Quem de nós dois" – janeiro de 2002)
"Mais do que minha música, eu pretendo deixar uma mensagem de liberdade para as pessoas."
(AC em entrevista à Carta Maior - 2003)
"O barzinho é uma escola maravilhosa, desde que você não cante apenas sucessos que tocam na rádio, imitando as versões originais. Desse jeito, você nunca encontra a própria personalidade."
(AC em entrevista à revista Veja – 2005)
"Meu estilo é: faço o que gosto!"
(AC em entrevista à revista Época - 2007)
"A minha idéia para este trabalho foi a de um diafragma ligado no coração. Ao compor este disco percebi que havia feito canções de estrutura, formato e ritmo bem diferentes e estampado significa cores, texturas e formas díspares constituindo um mesmo tecido, logo, a unidade deste disco está primeiramente na compositora/cantora, em segundo no violão que fiz questão de executar em todas as faixas. Estampado assume a pluralidade das composições."
(AC sobre como escolheu o nome Estampado para o 3º Cd - 2003)
"Minha família é musical e parece que já nasci com isso meio apurado. Sou autodidata em instrumento e canto."
(AC em 2001)
"Eu acho que na verdade a música que me descobriu. E hoje estou aqui como um veículo, para servir a ela."
(AC em Chat do MTV – 2001)
"Quando estourei com ‘Garganta’, apanhei. Antes eu tinha aura de uma artista para poucos. Ainda existe o pensamento do cara que se julga um grande compositor porque não toca no rádio."
(AC em entrevista ao jornal O Globo – janeiro de 2009)
"Eu seria artista plástica ou alguma professora medíocre."
(AC em bate papo na UOL respondendo qual carreira seguiria se não fosse cantora – 2002)
"Digo que Ana canta suave, Rita canta rasgado, Iracema batuca o pandeiro, Joana são os meus defeitos (que já nem sei mais quantos e quais são) e Carolina é a distraída que não vê tempo passar pela janela. Costumo dizer que sou cada uma delas e me encontro perfeitamente em cada uma."
(AC falando sobre o CD Ana, Rita, Joana, Iracema e Carolina – Fevereiro 2001)
"Eu tenho uma grande extensão vocal, vou dos graves aos agudos, toco violão bem. Mas causar coisas nas pessoas, mesmo quando a resposta é negativa, é fundamental. Uma coisa eu sei, nunca vou fazer música suave, tenho muita personalidade, dou grito mesmo, sei que tenho esse lado overdose. Mas é real!"
(AC em entrevista ao jornal o Globo – dezembro de 2004)
"Do camarim até o palco não toco em ninguém. Evito que as pessoas encostem em mim. A mão é um fio condutor de energia de uma pessoa para outra e eu não gosto de ter outra energia que não seja aquela que preparei para apresentar no palco. Habitualmente canto de preto para não absorver muita energia. Quando canto de branco costumo ficar exausta."
(AC em entrevista em Portugal - 2002)
"O Villeroy é o meu Erasmo"
(AC falando sobre Antônio Villeroy, seu grande parceiro em composições – Revista Época, dezembro 2006)
"A melhor lembrança com certeza foi cantar para 100 mil pessoas em Copacabana em um show de pré-Réveillon. A pior não saberia dizer: só tenho bons momentos no palco."
(Ac em entrevista ao Diário Catarinense sobre qual a melhor e a pior lembrança nos palcos nos 10 anos de carreira – março 2009)
"Gosto de brincar com a liberdade. Ouve quem quiser ouvir, vai ao show quem quiser ir. Quer o público pague ou não pague para ouvir ou ver Ana Carolina, Ana Carolina paga para ver a reação do público."
(AC em entrevista à Isto É -2007)
"As dores do sucesso: Ser engessada pelas canções que tocam no rádio (penso que minhas melhores canções não fizeram sucesso, com exceção de “Carvão”); ser decodificada pelos outros e tentar sempre desconstruir a imagem que fazem de mim; não ser entendida por alguns em meus propósitos; ser julgada por uma crítica muitas vezes medíocre que fazem no Brasil – inclusive com alguns críticos que querem se fazer em cima de nós, artistas. As delícias do sucesso: ser entendida por alguns em meus propósitos, o tesão que é brincar com a ‘persona palco’, tocar no rádio."
(Ac fala sobre as dores e os prazeres do sucesso em entrevista á revista Revista Rolling Stones – maio de 2008)
"Sou exigente com as pessoas que trabalham comigo. Sou impaciente com quem não tem talento para o que se propõe a fazer. E tenho uma enorme paciência com gente que é estrela, é antipática, mas tem talento. Se tiver, passo por cima de tudo, agüento estrelismo."
(AC em entrevista à ISTO É- 2006)
"Eu sou muito tranquila para começar o show, mas quando entrei no meio da galera, o coração veio na boca, foi o momento mais difícil de tudo, fiquei gelada. Quando eu vi como são as pessoas no meu show bateu uma responsabilidade muito grande, vi umas meninas cantando 'Pra rua me levar' já animadas. Não puxei assunto com ninguém, estava muito nervosa e entrei numa de que era show de outra pessoa, que não era eu que ia cantar. Todo músico devia passar por isso. É muito maluco."
(AC falando sobre a experiência de estar no meio do público disfarçada antes do show de gravação do DVD "Estampado, Um instante que não pára" no Claro Hall para o quadro "Onde está Ana?" – Globo online – 2004)
"Sou Bi e daí ?"
(AC à Revista veja – 2005)
"Sou contra essa postura de levantar bandeiras para defender o homossexualismo, pois fica parecendo que ser gay é uma doença."
(AC à Revista veja – 2005
"Que seja bem vinda esta nova forma de levar a música às pessoas."
(AC sobre as gravações em MP3- 1999)
"Sou muito tímida, reservada. Fico muito em casa, tenho poucos amigos – pinto quadros, escrevo, leio, ouço música, toco. Não sou muito de sair, não gosto de badalação, de confusão, de festa cheio de gente. No fundo sou uma pessoa muito frágil, por isso aparento ser forte."
(AC em entrevista em Portugal - 2002)
"A minha posição é esta: se comprar o disco pirata é a única forma que tem para escutar o meu disco, se só assim a minha arte estiver ao seu alcance, então que compre. O que é que eu vou fazer?"
(AC em entrevista à João Miguel Tavares falando sobre a pirataria - 2004)
"Eu componho todos os dias, por prazer e pelo desejo de me comunicar com o ouvinte, fazê-lo pensar, emitir alguma sensação"
(AC sobre o prazer de compor - 1999)
"A coisa mais engraçada e esdrúxula que me aconteceu foi num show em São Paulo em que uma fã driblou os seguranças e conseguiu me dar um beijo na boca... Sabe como? Eu estava de olhos fechados cantando a última estrofe do show... É lógico que tomei um susto enquanto ela, calmamente, voltou ao seu lugar no show... Fiquei pálida."
(AC em entrevista à GNT - 2006)
"Sou super workaholic!"
(AC em entrevista à Revista Joyce Pascowitch – maio 2005)
"A mulher é um ser mais prolixo. As mulheres têm mais arabescos, têm vários olhares sobre uma mesma questão, têm uma histeria, isso tudo me agrada muito. Ao passo que o homem, tem um olhar simplista, reto, que é muito interessante. É original. Eu gosto desse olhar sem muita paciência para abrir muito sobre as coisas. Os meus melhores amigos são homens. O homem, ele limpa rápido uma história. Ele limpa, limpa, limpa, chega no objetivo da coisa e diz: é isso."
(AC em entrevista ao Jornal Destak/Portugal – julho 2008)
"Homossexualidade, mediunidade e voz, todo mundo tem. Mas só alguns desenvolvem..."
(AC em entrevista no programa do Jô em 2008)
"O palco é o lugar que me sinto mais á vontade – mais do que quando estou na minha cama, de pijama, com chinelo de dedo…"
(AC em entrevista à Revista Joyce Pascowitch – maio 2005)
"Faço telas para os amigos, até parede já pintei. Ainda não ganhei nada, mas daqui a pouco já posso fazer uma exposição."
(AC em entrevista à Isto é Gente sobre os quadros que pinta – novembro 2003)
"Não me sinto patrulhada por ser bissexual. Nem dou ouvido a quem diga isso ou aquilo de mim, porque eu me sinto bem e ponto final. Sou muito cantada em meus shows – tanto por homens quanto por mulheres. E recebo diversos convites de casais."
(AC em entrevista à Revista Joyce Pascowitch – maio 2005)
"Fiz isso de supetão. Estávamos falando de um assunto qualquer e eu soltei a confissão, como se não fosse nada. "Mãe, eu gosto de homens e de mulheres. Dá para a senhora me passar aquele negócio ali, por favor?""
(Ana Carolina conta na revista Veja como assumiu a Bissexualidade para a mãe aos 16 anos - 2005)
"Saudade"
(AC respondendo a pergunta, "Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa?" – Jornal Diário catarinense – janeiro 2008)
(AC respondendo a pergunta, "Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa?" – Jornal Diário catarinense – janeiro 2008)
(AC em entrevista à Revista Joyce Pascowitch – maio 2009)
"O sucesso é igual àquele homem que você quer ter a vida toda do seu lado: não pode ficar correndo atrás, mas tem que seduzí-lo sempre!"
(AC em entrevista à Revista Época – outubro de 2008)
"Nada melhor do que ter uma doença crônica para viver cem anos."
(AC em entrevista à Isto É sobre a diabetes – novembro 2008)
"Não foi um drama na minha vida. Eu simplesmente não sou assim. Detesto drama, prefiro tragédias (risos). E, no fim, o diabetes acaba me impondo alguns bons limites também. Açúcar não faz bem para ninguém"
(AC fala sobre o diabetes em entrevista à Revista Joyce Pascowitch – maio 2009)
"Acho que ela (Madona) não acharia nada, Não criei nenhuma expectativa sobre isso. Seria bom... Talvez ela resolvesse dar pra mim"
(AC na coletiva de imprensa do DVD “Multishow Ana Carolina Dois Quartos”, respondendo a pergunta sobre o que Madona acharia se ouvisse a música “Eu comi a Madona” - 2007)
"Canto porque é uma coisa que me acontece. Parafraseando Clarice Lispector, acrescento: Não me preocupo em entender, cantar ultrapassa o entendimento."
(AC em entrevista à revista Revista Rolling Stones – maio 2008)
"Vou congelar meus óvulos. Sou diabética, sei que uma eventual gravidez seria de risco. Então decidi. Não sei se serei mãe, ou quando. Talvez tenha vontade daqui a dez anos, sei lá. Vou me submeter a esse procedimento para ter a liberdade de decidir, para o sim ou para o não, quando eu quiser. Mas pra ser sincera, tenho um pouco de receio de colocar uma pessoa no mundo. É um certo pavor mesmo. Porque eu não me encaixo no esquema. Pra mim, não tem essa de menino tem de usar azul, menina usar rosa…"
(AC em entrevista à Revista Joyce Pascowitch – maio 2009)
"Acho que já vivi um grande amor, mas os grandes amores não são necessariamente os melhores."
(Ac em entrevista ao jornal Correio da manhã de Portugal – julho 2008)
"E quando o papo ficava muito cabeça, dava uma cochilada [risos]. Aí a Betty Lago me dava um chutão no pé, eu acordava e falava alguma coisa [risos]."
(AC falando sobre a sua participação no programa Saia Justa à Revista Monet - Abril 2008)
"Com os dois quem sabe? Com um menino e uma menina juntos. Seria perfeito"
(AC em entrevista á revista Quem, respondendo a pergunta se ela se casaria com menino ou uma menina – Abril de 2008)
"Já tive mais vontade de casar. Hoje não mais. Claro que não posso saber o que vai acontecer no futuro. De repente, se me animo, posso me vestir de noiva e tudo, de acordo com o protocolo. Ou casar com uma mulher — quem sabe? Vou de noivo"
(AC em entrevista à Revista Joyce Pascowitch – maio 2009)
"É reprimida ou reprimido quem se incomoda com pessoas que se liberam sexualmente"
(AC em entrevista à Revista Monet - Abril 2008)
"Dieta? Olha, não sou celebridade. Nem gosto do título. Sou cantora. Minha preocupação é com a música, não com o visual."
(AC em entrevista à revista Quem - Abril de 2008)
"Não tenho noção do que acontece comigo do pescoço pra baixo. Dei muito trabalho para a minha coreógrafa Deborah Colker. Não quero mostrar meu lado doce."
(AC em Entrevista à Preta Gil pelo Jornal do Brasil – março de 2008)
"Não, melhor não, nada de noitada, talvez ela chegue ao hotel e vire aquela mulher que imaginei no começo do texto, a fim de tomar um banho, ler um trecho de livro e dormir, como todos depois de um dia de trabalho."
(AC em carta direcionada à cantora Madonna, falando sobre o pós-show no jornal o Estadão – dezembro 2008)
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