Beiträge vom janeiro, 2010

Ana Carolina prestigia Márcio Faraco no Cinematèque

sexta-feira, 29. janeiro 2010 23:25

um_rio_marcio_faracoIdealizado por Antônio Villeroy, compositor de sucessos de Ana Carolina, o Festival Cantautor levou o músico Márcio Faraco ao Cinemathéque Música Contemporânea nesta última quarta-feira (27).

No show, o gaúcho de Alegrete que vive na França mostrou o repertório de seu novo álbum, Um Rio, acompanhado apenas pelo violão de Daniel Santiago. O disco é composto por canções como Cidade Miniatura, duo com Milton Nascimento, No Balanço do MarBerceuse, de Baden Powell, além de uma versão bossa nova de A Quoi Ça Sert L’amour, de Edith Piaf, e O Guardador de Rebanhos, baseado em poema de Fernando Pessoa.

ana_faracobFaraco fez seu show com o Cinemathèque lotado. Entre os presentes estavam as cantoras Ana Carolina, Chiara Civello e Maria Gadú. Faraco se mostrou à vontade no palco, simpático, divertido e carismático. Contou a origem de algumas músicas com muito bom humor fazendo rir e relaxar o público. No final foi ovacionado de pé pelo público.

O festival Cantautor tem como objetivo divulgar o trabalho de artistas brasileiros e estrangeiros ainda pouco conhecidos e de pequena distribuição no Brasil. Iniciou-se no dia 20 de janeiro de 2010 com a participação de Jesse Harris acompanhado de Mauro Refosco na percussão. Dia 3 de fevereiro o festival continua com Gelson Oliveira que contará com as participações de Paulo MouraMarisa Rotenberg.

Serviço

Festival Cantautor
Endereço: Cinemathèque Música Contemporânea
Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo, Rio de Janeiro – Tel:(21) 2286-5731

Fontes: R7 / Blog A Câmera Que Filma os Dias – (Editado por Equipe Donana Carolina)

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Encontro

sexta-feira, 29. janeiro 2010 11:46

Ana Carolina se diverte com amigas em restaurante japonês.

Ana se diverte com amigas

Ana Carolina se divertiu com algumas amigas, no tradicional restaurante japonês Sushi Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro. Sem perceber a presença dos paparazzi, a cantora deu boas risadas durante o jantar, na quinta-feira(28).

Fonte: O Fuxico

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Ana Carolina tocada de forma errada

domingo, 24. janeiro 2010 10:33

AC no O Globo 1Como uma divindade da música, calça e paletó de smoking, Ana Carolina surge no alto do palco, cantando e tocando guitarra, sentada em cadeira adaptada à grua que, perto do fim do tema de abertura, desce lentamente até o tablado. A cortina translúcida na qual era projetada a imagem de um céu com nuvens se abre e identificamos a banda, amontoada no canto esquerdo do palco, enquanto o direito tem ao fundo três telas verticais onde se alternam cores da iluminação e novos vídeos.

Ela e seus afiados músicos parecem atacar já com toda pressão, impressão que se prolonga por quase toda a 1 hora e vinte e tantos minutos do espetáculo. As exceções, quando cantora e banda dosam  a pegada, são “Traição”, com dois pianos de armário frente a frente, um deles com Ana, viajando alto com a bela balada jazzy que gravara em dueto com Esperanza Spalding; e uma outra balada,  “Corredores”, que canta com uma cortina de água caindo como chuva (????).

Se musicalmente o exagero prevalece, num estilo pop de arena, no transcorrer da noite, as intervenções da direção (Bia Lessa) começam a ser constragedoras – o que é aquela cadeira que corre num trilho da direita para a extrema esquerda do palco e volta enquanto Ana tenta passar naturalidade e, ao mesmo tempo, a habitual dramaticidade de suas interpretações?AC no O Globo 2

O entusiasmo do público, no entanto, mostra que K e eu (mais minha irmã, S) também somos exceção. Ontem, noite de sábado, quinto e último dia da temporada lotada, ao chegarmos ao Citibank Hall, cerca de 22h20m, as poucas mesas vazias eram as do gargarejo, na sua maioria reservada a convidados, que foram sendo ocupadas a partir das primeiras músicas.

A turnê tem tudo para repetir o sucesso das duas semanas cariocas. Mas o show tem mais argumentos para os milhões de amigos e conhecidos nossos que a odeiam, do que pra nós, que aprendemos a sentir a musicalidade de Ana Carolina.

Sim, gostei também da sequência de sambas, só que é imperdoável a falta de “Cabide”, que escreveu pra Mart’nália mas realmente tirou essa pérola da ostra na regravação com Luiz Melodia – lançada no recente e híbrido “Ana Car9lina + um”.

Pela madrugada e manhã de hoje, até finalmente levantar, já pelas 10h, muitas das canções de Ana que realmente adoro visitaram minha cabeça sonolenta e preguiçosa, mesmo algumas que me soaram tocadas de forma errada, como essa, que cito de novo, enfiada no meddley com “É isso aí”: “A canção tocou na hora errada”, pedra preciosa pop da lavra (e lapidada por) de Ana…; e ainda “Resta”, outra balada pop arrebatadora, e que funcionou bem ali sem a voz da parceira Chiara Civello (composição que também tem coautoria de Dulce Quental) – ao contrário da frieza de “Entreolhares” com a voz em off de John Legend -; “Tá rindo é”, samba-pop perfeito (parceria com Mombaça e Antônio Villeroy), um dos que me abduziu enquanto eu acordava….

AC no O Globo 3Nesses últimos anos, aos poucos conheci melhor e gostei mais da obra de Ana, com quem também desenvolvemos uma relação amigável – “criticamente promíscua”?. K e eu estivemos com ela em algumas oportunidades, festas, coquetéis, e sempre foi bacana, jovial… AC tem autocrítica e vai atrás.

Ontem, terminado o show, M nos convidou a correr até o camarim, mas não me achei confortável e não sei disfarçar. Mandamos beijos. Não quis ser água no chopp de uma noite festiva, com o público em êxtase…

Então, agora, segue algo do que eu não conseguiria falar no camarim.

e outro beijo ainda à distância -  K, que mandou bem nas fotos (e nos vídeos, que algum dia tentarei botar, assim que achar um substituto pro YouTreco),  manda também.

Fonte: O Globo Blogs/ Antônio Carlos Miguel

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